dizem que vem, mas não vem. eu sinto falta, de verdade. dessa intimidade que só chega com o tempo, com milhares de cumplicidades quase criminosas e algumas doencinhas compartilhadas, pricipalmente as da alma. alguns tão tão longe, que não chegam mesmo, embora eu os traga aqui bem bem perto, bem dentro, bem quente. dói um pouco, é verdade. mas prefiro que doa, do contrário eles não existiriam, nunca tive medo de dor (mentira, claro que tive) mas a dor nunca impediu coisa nenhuma, vai ver que é por isso que eu sou um pouquinho menos triste que aquele judeu milionário que tem uma quadra de tênis particular no meio do Bom Retiro. venham, estou esperando vocês.
13 de julho de 2009
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